Às vezes, nem imaginamos o tanto de histórias curiosas por trás de certos modelos de carros. É o caso do Chevrolet Prisma, o sedã mais vendido no Brasil, e protagonista de fatos bem interessantes ao longo de sua trajetória. Vamos conhecer algumas dessas histórias?

Lançamento aos poucos

A primeira versão do Chevrolet Prisma foi lançada no segundo semestre de 2006 em partes pela montadora. Primeiro, ela liberou para o público o nome do veículo, pra depois mostrar alguns esboços do carro, seus traços finais, seu motor, até que, finalmente, revelou as fotos completas para a imprensa.

Da água para o vinho

A transição da primeira para a segunda geração do Chevrolet Prisma foi bastante elogiada pelo público e pela imprensa especializada da época. Do motor ao design, houve uma grande evolução, até mesmo porque a primeira geração do Prisma era derivada do Celta, enquanto que a segunda geração teve como base a plataforma do Chevrolet Onix. Detalhe: a primeira geração deixou de ser fabricada em outro de 2012.

Negócio da China

O mercado oriental para certas montadoras de automóveis é tão bom que alguns privilégios acabam sendo feitos. É o que aconteceu com a nova versão do Chevrolet Prisma, cujas principais informações foram vazadas na China, onde o mercado consumidor de veículos é bem amplo. Foi de lá que foram revelados detalhes da nova carroceria do veículo, bem como de outros detalhes mecânicos. O problema? Essa versão só deve chegar ao Brasil no segundo semestre de 2019.

Aprovado pelos mecânicos

Assim como acontece com o Onix, o Prisma consegue ter uma boa reputação entre os mecânicos. Também pudera, visto que, nos últimos anos, tanto ele, quanto o Onix, não apresentaram nenhum problema crônico. Isso se deve muito ao fato do Prisma ser muito bem projetado e construído. Tanto é que, entre os usados, é um dos que mais vendem rapidamente. Tipo: anunciou, vendeu!

Modelo mais esportivo

Um dos fatores que levam o Prisma a ter tanto sucesso de vendas é que, desde o início, ele mostrou ter um “apelo esportivo”, tanto é que ele é classificado pela Chevrolet Brasil como Sport Sedan. Não é pra menos. Seus acessórios periféricos incluem sistema de entretenimento MyLink, farol com máscara negra e detalhe Ice Blue, sensor de estacionamento traseiro, airbag frontal duplo, painel estilo Dual Cockpit, entre outros. Ótimo, portanto, para rodar com a família dentro dos limites do trânsito de sua cidade.

Dirigibilidade mais adequada

Um dos ganhos mais significativos da primeira para a segunda geração do Prisma foi com relação à dirigibilidade. Isso só foi possível porque as bitolas ficaram mais largas, enquanto que a suspensão dianteira passou a ter subchassis. O resultado é que molas e amortecedores ficaram mais rígidos, o que possibilita uma maior estabilidade, unida a uma absorção adequada dos impactos.

Sucesso de público

Não é à toa que, ano após ano, há muita ansiedade por um novo lançamento do Prisma, já que ele, com certeza, será sucesso de vendas em nosso mercado. Pra se ter uma ideia, em 2018, em termos de sedã compacto, o Chevrolet Prisma foi o mais vendido no Brasil, com um total de 71.735 emplacamentos, , quase o dobro do segundo lugar, o Volkswagen Virtus, que vendeu 41.634 unidades.

Parceria oriental

O novo Chevrolet Prisma foi apresentado, primeiro, na China. O Onix, o carro mais vendido no Brasil atualmente, é feito em parceria com o país, e, assim como o Prisma, faz parte de uma linha mundial da General Motors que é feita junto com a Saic, que é uma das principais montadoras chinesas.