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A ventoinha do radiador é uma das peças essenciais em um automóvel e possui um papel importantíssimo na constituição de um carro, uma vez que desempenha tarefas de extrema relevância: resfriar o radiador do carro e impedir que o motor superaqueça.

Separamos os principais problemas que podem afetar a ventoinha e como resolvê-los!

O que é a ventoinha do radiador?

A ventoinha tem o papel de acelerar a passagem de ar pelo radiador, fazendo com que a troca de calor da água e do ar seja mais rápida. A maioria dos automóveis modernos possui este sistema de refrigeração.

É uma peça fundamental para que o radiador e o motor do carro operem de forma certa. Ela funciona com o auxílio de um motor elétrico, que faz com que seja usada apenas para evitar o superaquecimento do motor. 

Se algum problema for detectado, é preciso ser corrigido o mais rápido possível, caso contrário, o seu automóvel pode sofrer com danos irreparáveis no futuro!

Conheça os principais problemas de uma ventoinha

Quando se trata da ventoinha do radiador de um carro, existem diversos problemas que podem colocar a saúde do seu veículo e das peças dele em risco, e a maioria é fácil de ser corrigido. São eles:

O estado em que o fusível se encontra

Sempre que alguma parte elétrica de um carro não estiver funcionando direito, a primeira ação a ser tomada pelo motorista é verificar como o fusível correspondente se encontra.

Caso você não saiba onde o fusível se encontra, recomendamos fortemente que dê uma olhada no manual do fabricante do veículo, esta informação deve constar lá de forma detalhada.

Se o fusível da ventoinha do radiador não estiver intacto, é preciso substituí-lo para que o problema seja corrigido.  Você pode fazer isso por conta própria, mas se não se sentir seguro para realizar o serviço, é melhor levar a um local que trabalhem especialistas em automóveis para verificar.

Como estão os fios da ventoinha

Se você perceber que o motor do seu carro está aquecendo demais e que a ventoinha não está dando conta do recado, é preciso verificar o estado em que os fios dela se encontram.

Para realizar o procedimento, é preciso desligá-los. Existem dois fios de alimentação (um positivo e um negativo) e cada um deles tem em torno de 12v de corrente contínua.

Para verificar se os fios possuem corrente ou não, é necessário utilizar um voltímetro. Mas, mesmo que não haja, o problema pode não ser nos fios. 

Por isso, é preciso verificar também as condições da relé da ventoinha. Se não houver corrente nela, aí sim, é necessário realizar a troca dos fios. Já se houver tensão presente na relé, é a ventoinha em si que está com problema e precisa ser trocada.

O sensor de temperatura

Como o próprio nome diz, este componente realiza a leitura da temperatura de todo o sistema de refrigeração do automóvel, determinando a forma como a ventoinha irá performar.

Uma vez que o sensor de temperatura apresenta mal funcionamento, a ventoinha é diretamente impactada, uma vez que não reconhece a temperatura mínima para ser ativada. É um dos problemas mais comuns que levam o motor do carro ao superaquecimento.

Normalmente, ele se encontra na tampa do termostato do veículo. Para verificar se está tudo normal, é necessário desligar os fios dos componentes e religá-los. Se a ventoinha começar a trabalhar assim que você fizer isso, significa que o sensor tem algum tipo de defeito e precisa de substituição imediata.

O nível em que se encontra o fluido refrigerante

É fundamental que seja feita uma verificação regular do nível do líquido refrigerante usado no motor do seu veículo. 

A forma mais simples de fazer isso é verificando as marcas de nível máximo e mínimo presentes no reservatório do motor. O nível do fluido refrigerante deve estar sempre próximo do nível máximo, para que seja evitado um possível superaquecimento do motor.

Atenção à polia viscosa

A polia viscosa, também chamada de acoplamento viscoso ou embreagem viscosa, é responsável por colaborar para que o sistema do seu automóvel esteja sempre na temperatura ideal.

Nesta polia, existe uma mola bi metálica em espiral, que reage de acordo com as mudanças de temperatura do sistema. Quando a temperatura que está entrando no sistema está elevada, a mola se expande, fazendo com que uma válvula interna seja aberta e o fluido viscoso seja liberado.

Assim, a polia se acopla à hélice da ventoinha e com isso, ela gire mais rápido, deixando os componentes resfriados. Caso contrário, a mola se contrai, a válvula se fecha e a velocidade da ventoinha diminui.

Quando a temperatura do ar que está entrando no sistema está alta, a mola se expande e uma válvula interna é aberta, liberando o fluído viscoso. 

Deste modo, a polia se acopla à hélice, com o objetivo de fazê-la girar mais rápido para resfriar o sistema. Caso o ar esteja frio, a mola se contrai e a válvula interna é fechada, o que faz com que a velocidade da ventoinha diminua.

É essencial que, caso seja percebido algum problema no funcionamento da polia, ela seja substituída imediatamente. As molas da polia também podem ficar desgastadas ou corroídas com o tempo, então fique atento.

Gostou das nossas dicas? Esperamos que tenha tirado bom proveito delas!

Entretanto, por mais que seja simples identificar problemas com a ventoinha, é sempre bom procurar auxílio profissional, principalmente se você não se sentir seguro ou capacitado para realizar os reparos necessários. Não deixe de cuidar do seu veículo e evitar que maiores problemas surjam no futuro!